Uma ponte para o futuro

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A Rolex desenvolveu de longa data uma relação mutuamente gratificante com a EPFL, renomado instituto federal de tecnologia sediado em Lausanne, na Suíça.

Nenhum símbolo poderia representar tão bem os sólidos laços que unem a Rolex e a EPFL (École Polytechnique Fédérale de Lausanne), na Suíça, quanto o Rolex Learning Center. Com suas eloquentes linhas arquitetônicas definidas nas curvas flutuantes que o caracterizam, esse grandioso prédio, inaugurado em 2010, traduz com precisão, na concepção de sua biblioteca e seu centro cultural, a essência de um espaço projetado para promover o diálogo intelectual.
Idealizado para a EPFL por Kazuyo Sejima e Ryue Nishizawa, vencedores do Pritzker Prize e cofundadores do escritório de arquitetura SANAA, situado no Japão, a obra é um modelo de instalação na qual todas as fronteiras são abolidas para criar um ambiente propício ao progresso da ciência e da educação.
Metade das verbas que financiaram o projeto do Rolex Learning Center vieram do setor privado. Respondendo prontamente ao convite da EPFL, a Rolex não hesitou em contribuir, tornando-se seu principal patrocinador. Vários fatores levaram a essa decisão.

Nos anos 1970, a Rolex mudou radicalmente sua visão sobre pesquisa e desenvolvimento e passou a contratar também cientistas, além dos tradicionais relojoeiros, mecânicos e engenheiros. Para selecionar seus profissionais, a empresa solicitou assessoria da EPFL, entidade internacionalmente reconhecida pelo alto padrão de ensino e pesquisa no campo de ciências e tecnologias, posicionando-se na linha de frente da engenharia e dos avanços científicos. Para completar, o instituto sempre pautou sua atuação nos valores de qualidade, excelência e expertise técnica, princípios compartilhados pela Rolex no desenvolvimento e na fabricação de seus relógios.
Muitos engenheiros que trabalham na Rolex formaram-se na EPFL em Física, Engenharia Mecânica, Ciência de Materiais, Microtecnologia e Tecnologia da Informação. Em razão da alta qualidade dos equipamentos analíticos da EPFL, a Rolex confiou um grande número de projetos aos laboratórios de pesquisa do instituto. Além disso, a marca oferece patrocínio aos doutorandos que efetuam pesquisas em Ciências Aplicadas.
Os laços entre a Rolex e a EPFL continuam se consolidando. Em novembro de 2016, a universidade inaugurou o ArtLab, que tem a missão de explorar as áreas de interseção entre a ciência e as artes. A Rolex também patrocinou a criação de um espaço de exposição no prédio projetado pelo arquiteto japonês Kengo Kuma.
A EPFL colabora com uma vasta rede de parceiros, inclusive dos setores da indústria e da economia, com o objetivo de gerar um impacto positivo no futuro. Um futuro para o qual a Rolex e a EPFL compartilham uma mesma visão: ampliar, cada vez mais, as fronteiras do conhecimento humano.

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