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Série de concertos traz vida de volta ao mundo da música

Perpetual Music

Liderada por Embaixadores Rolex, a iniciativa “Perpetual Music” não apenas entretém um público global, mas também oferece aos artistas a oportunidade de fazerem o que mais gostam: se apresentar e compartilhar seus dons.

O ano de 2020 comprovou que a necessidade de haver música na vida das pessoas ultrapassa seu potencial de divertir e distrair. Nas palavras da renomada soprano búlgara Sonya Yoncheva: “A cultura é tão imprescindível para a vida quanto comer e respirar. Os governantes classificam a ópera como um entretenimento, não como algo essencial, mas a arte é vital”.
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Revitalizando o mundo da música

Yoncheva, junto dos aclamados tenores Juan Diego Flórez e Rolando Villazón, e do violinista Renaud Capuçon, foram os artistas que receberam carta branca da Rolex para montar os três concertos “Perpetual Music” que trouxeram mais esperança e reavivaram o mundo da música.

Em 2020, a iniciativa “Perpetual Music” atendeu a vários objetivos.

As três apresentações, realizadas entre 21 de agosto e 3 de setembro, no Teatro Rossini, em Pesaro; na Ópera Estatal de Berlim; e na Ópera Nacional de Paris (Palais Garnier), e transmitidas para todo o mundo, presentearam um público internacional com a oportunidade de apreciar produções musicais do mais alto calibre em um momento em que a maioria dos palcos de todo o planeta estavam vazios.

Ao pedir a esses célebres solistas que convocassem músicos de sua escolha para se apresentar nos concertos, a Rolex também apoiou mais de cem artistas, cantores e musicistas que lutavam para sobreviver em meio à crise. Como disse Villazón no início de seu concerto (que também contou com a curadoria de Capuçon) no magnífico Garnier: “Há inúmeros cantores e musicistas desempregados neste momento. Para colocar comida na mesa, muitos estão buscando trabalho em outras áreas, distantes de sua verdadeira vocação”.

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Defendendo as artes

Ele ainda reforçou a ideia de que o apoio não era só financeiro, mas também uma oportunidade dada aos artistas de fazerem o que amam: estar no palco para apresentar um espetáculo. O apoio da Rolex à cultura em tempos difíceis não é uma novidade: a marca é uma defensora de longa data das artes, principalmente por meio do programa Mestres e Discípulos, que reúne artistas iniciantes com mestres renomados em uma tutoria individual. “A Rolex acredita na qualidade e no que é perpétuo, e a música clássica, sem dúvidas, deixa sua marca em nós,” reflete Villazón. “A Rolex está intensamente comprometida em apoiar projetos artísticos inovadores.” Capuçon também afirmou que “a ideia de nos reunirmos para ajudar jovens musicistas neste momento adverso” foi o que o levou a participar da iniciativa.

O concerto em Paris trouxe um repertório eclético, do barroco de Monteverdi à Suíte nº 1 para violoncelo em sol maior de Bach, passando por Morgen de Richard Strauss e até por Summertime de George Gershwin. No concerto em Pesaro, na costa adriática italiana, Flórez priorizou a obra de Rossini, nascido na região em 1792. O tenor peruano convidou pessoalmente artistas especialistas em Rossini com quem ele já havia se apresentado ou conhecido em masterclasses. “O concerto foi uma verdadeira fonte de recursos para os artistas que, durante a pandemia de Covid-19, se encontram privados de seu público e renda,” explica. “Quando a Rolex entrou em contato comigo com a proposta, imediatamente achei a ideia fantástica.”

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Melhorando nossas vidas

Assim como Villazón e Flórez, Yoncheva é Embaixadora Rolex e também ficou muito entusiasmada com o projeto. Seu recital em Berlin trouxe ao palco 14 cantores e instrumentistas em um programa de música de câmara intimista com peças de Handel, Schubert e Bartók. A soprano selecionou músicas que, para ela, são verdadeiros alimentos para a alma. “Não podemos ficar em casa: temos que encontrar formas de seguir com as nossas vidas”, disse. “Minha cooperação com a Rolex na organização das galas ‘Perpetual Music’ foi de extrema importância para mim. Nós estamos viabilizando o retorno dos artistas aos palcos”.

Os concertos foram realizados para públicos reduzidos e, em seguida, disponibilizados digitalmente até o fim do ano para milhões de pessoas em mais de 180 países por meio do serviço de streaming gratuito da plataforma medici.tv.

As apresentações não foram apenas uma fonte de grande satisfação para todos os artistas, mas também uma chance de se reconectarem com o público do qual se separaram durante o exílio dos palcos imposto pelas contingências de 2020. Ao permitir que se apresentassem e cantassem acompanhados de uma orquestra, vivendo plenamente sua arte, os concertos “Perpetual Music” de 2020 ajudaram a salientar a ideia de que a música não é apenas um elemento essencial em nossa vida cotidiana, mas um meio de deixá-la ainda melhor.

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